Quer Pipoca?

19 de novembro de 2012

A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 2 (2012)

(The Twilight Saga: Breaking Dawn - Part 2) Estados Unidos, 2012
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Após dar a luz a Renesmee (Mackenzie Foy), Bella Swan (Kristen Stewart) desperta já vampira. Ela agora precisa aprender a lidar com seus novos poderes, assim como absorver a ideia de que Jake (Taylor Lautner), seu melhor amigo, teve um imprinting com a filha. Devido ao elo existente entre eles, Jake passa a acompanhar com bastante atenção o rápido desenvolvimento de Renesmee, o que faz com que se aproxime cada vez mais dos Cullen. Paralelamente, Aro (Michael Sheen) é informado por Irina (Maggie Grace) da existência de Renesmee e de seus raros poderes. Acreditando que ela seja uma ameaça em potencial para o futuro dos Volturi, ele passa a elaborar um plano para atacar os Cullen e eliminar a garota de uma vez por todas.
Fonte: Adoro Cinema




CRÍTICA
Bella como gostaríamos de já ter visto

Qualquer adaptação que parta da literatura e acaba nas telonas corre o risco de se tornar mais crua e menos interessante. Não é o que acontece com a "Saga Crepúsculo". Nesse caso, a adaptação cinematográfica deu muito mais ritmo e maturidade à história para meninas adolescentes que se arrasta incansavelmente por quatro livros e que poderia facilmente ser condensada em um ou dois, no máximo. O argumento é interessante: uma humana se apaixona por um vampiro e é melhor amiga de um lobisomem, e os dois são inimigos naturais. Temos o elemento sobrenatural, o romance, o drama, o suspense. Mas lendo, tudo se liga de uma forma um tanto frágil e menos crível que na telona. O ar de fantástico, a trilha sonora fugindo do melodrama (com bandas como Muse) e cenas de ação dão aos filmes mais elementos atrativos. E dentro desse espectro, "Amanhecer - Parte 2" é o melhor da saga. Tanto o banner promocional quanto o trailer repetem fórmulas visuais e frases do encerramento da série Harry Potter ("todo o momento levou a isso, o final épico"), que também caiu no óbvio, mas é um filme que tem seus próprios méritos.

Alguns furos obviamente aconteceram, como a fácil aceitação de Charlie (pai de Bella) em não saber o que aconteceu com a filha ou de onde surgiu Irina e aquele bando de parentes dos Cullen. Mas é encantador ver diversas novas personagens dando uma nova cara para a história que já conhecemos. Por mais que a maioria seja quase que figurantes sem fala (como as índias da Amazônia), é interessante que um filme que já tem sua essência difundida na cultura popular se utilize dela como base sem precisar ficar se explicando o tempo todo. Esse imaginário popular serve agora de trampolim para histórias um pouco mais complexas. E essa é o principal trunfo do filme.

Não há mais muita coisa nova pra se introduzir sobre o clã dos Cullen, portanto o foco recai sobre o nascimento de Renesmee, filha de Bella e Edward (que é bizarramente digitalizada até atingir seus 7 anos) e o desenrolar que isso traz para o restante das personagens. O filme começa de forma muito corrida, com Bella, agora vampira, se adaptando a isso. Pouco de emoção resta de toda a preparação dela para esse momento, tão importante em todos os capítulos anteriores da saga. Mas nada disso importa quando começa o suspense do ataque dos Volturi. A partir daí, o filme se desenvolve com maestria. Os efeitos são bem acabados, o roteiro com o timing perfeito inclusive para o humor e até Kristen Stewart supreende com a atuação. Bella deixou de ser uma menina branquela sem sal para se tornar uma atraente vampira com muita atitude. Esse filme é dela.

Pra quem gosta de ação, não tem como não ser legal ver lobisomens e vampiros se degladiando e arrancando cabeças de modo sanguinário (como não poderia deixar de ser). Definitivamente, é um filme mais adulto e, apesar de ter um aumento significativo no elenco, é um filme de personagem. Bella ganhou destaque graças aos seus companheiros de cena.

Sem spoilers, para os patriotas, é gratificante ver que o fato de Renesmee ter sido concebida na lua-de-mel de Edward e Bella no Brasil, dá ao país um "papel" importante no fechamento da batalha.

"Amanhecer" (as duas partes) é um filme para fãs. Ainda assim consegue uma ótima opção para os não-fãs.

18 de novembro de 2012

O Estranho Mundo de Jack (1993)

(The Nightmare Before Christmas) Estados Unidos, 1993
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Jack Skellington (Chris Sarandon) é um ser fantástico que vive na Cidade do Halloween, um local cercado por criaturas fantásticas. Lá todos passam o ano organizando o Halloween do ano seguinte mas, após mais um Halloween, Jack se mostra cansado de fazer aquilo todos os anos. Assim ele deixa os limites da Cidade do Halloween e vagueia pela floresta. Por acaso acha alguns portais, sendo que cada um leva até um tipo festividade. Jack acaba atravessando o portal do Natal, onde vê demonstrações do espírito natalino. Ao retornar para a Cidade do Halloween, sem ter compreendido o que viu, ele começa a convencer os cidadãos a sequestrarem o Papai Noel (Edward Ivory) e fazerem seu próprio Natal. Apesar de argumentos fortes de sua leal namorada Sally (Catherine O'Hara) contra o projeto, o Papai Noel é capturado. Mas os fatos mostrarão que Sally estava totalmente certa.
Fonte: Adoro Cinema


17 de novembro de 2012

Lanterna Verde (2011)

(Green Lantern) Estados Unidos, 2011
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Hal Jordan (Ryan Reynolds) é um audacioso piloto de aviões que foge de qualquer responsabilidade. É assim que mantém a amizade com Carol Ferris (Blake Lively), colega de infância e também piloto, que está prestes a assumir o comando da empresa do pai. Hal e Carol tiveram um caso no passado, que não seguiu em frente por causa dele. Um dia, a vida de Hal muda ao ser envolto em uma redoma verde e levado até um alienígena prestes a morrer, chamado Abin Sur (Temuera Morrison). O extraterrestre lhe entrega um estranho anel e diz que ele foi escolhido, além de alertar sobre as responsabilidades de possuí-lo. Ao usá-lo Hal torna-se o Lanterna Verde, tendo condições de moldar a luz verde da forma como sua imaginação permitir. É apenas o início da jornada do herói, que viaja até o planeta Oa para aprender a usar suas novas habilidades e tem como grande teste o temido Parallax.
Fonte: Adoro Cinema



15 de outubro de 2012

2 Coelhos (2012)

(2 Coelhos) Brasil, 2012
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Após se envolver em um grave acidente automobilístico, no qual uma mulher e seu filho são mortos, Edgar (Fernando Alves Pinto) é indiciado, mas consegue escapar da prisão graças à influência de um deputado estadual. Logo em seguida ele parte para uma temporada em Miami, onde retorna com um elaborado plano em que pretende atingir tanto o deputado Jader (Roberto Marchese) que o ajudou, símbolo da corrupção política, quanto Maicon (Marat Descartes), um criminoso que consegue escapar da justiça graças ao suborno de políticos influentes, além de junto a eles, roubar o cofre público. Instigado, Edgar resolve colocar seu plano em prática e se aventura no mundo da ação em busca de recuperar a grana do cofre e colocar os criminosos atrás das grades. Enquanto isso, ele se envolve com Júlia, uma promotora pública, que decide ajudá-lo nesta perseguição ao cofre público.
Fonte: Wikipedia




Um dos melhores filmes brasileiros já feitos. Recomendação com destaque para a edição e fotografia. De encher os olhos.

7 de agosto de 2012

J. Edgar (2011)

(J. Edgar) Estados Unidos, 2011
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O longa explora a figura de um dos homens mais enigmáticos do século XX: John Edgar Hoover (Leonardo DiCaprio). Um dos principais responsáveis pela criação do FBI e seu homem forte por 48 anos, ele foi temido e admirado por várias décadas, mas em sua vida pessoal mantinha segredos grandes o bastante para acabar com sua reputação e sua carreira
Fonte: Adoro Cinema



24 de julho de 2012

AcQuária (2003)

(AcQuária) Brasil, 2003
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No futuro, quando as reservas naturais se esgotarem, o bem mais precioso será a água. O cenário de AcQuária é a Terra daqui a centenas de anos, depois de passar pela devastação ambiental provocada pelo homem. O planeta se tornou um grande deserto, e sobreviver tornou-se um desafio. Kim (Junior) é um jovem sonhador que sonha em fazer sucesso com suas músicas, assim como seu pai. Ele mora com Gaspar (Emílio Orciollo Netto), um homem cuja maior preocupação é garantir que a falta d'água não os leve à morte, e o pequeno Guili (Igor Rudolf), um garoto que foi abandonado pelos pais quando bebê e desde então vive com a dupla. Seu fiel escudeiro é Mingus, um cãozinho que o acompanha por toda a parte. Tudo estava em harmonia até a chegada de Sarah (Sandy), uma misteriosa mulher que viu seus pais serem assassinados por um bando de saqueadores quando ainda era uma criança. Encontrada por Kim à beira da morte no deserto, ela passa a morar com eles e um clima tenso surge entre a jovem e Gaspar. A partir daí, a trama gira em torno da convivência entre Sarah, Kim, Gaspar e Guili e a luta pela sobrevivência em condições tão hostis.
Fonte: Sobrecarga



CRÍTICA
Fotografia e figurino dão gás à ficção científica nacional

Um mundo apocalíptico onde tudo é areia e a água é escassa por causa das ações do homem. Um filme nacional com essa sinopse soa um tanto pretensioso e forçado, levando em conta que uma dupla de cantores são os protagonistas. Mas bastam os primeiros minutos para entender que o dinheiro de um dos maiores investimentos em cinema no Brasil foi bem gasto. Os efeitos visuais são bem feitos (com exceção de um ou outro, como o lagarto de duas cabeças que não deixa rastros na areia) e não saltam aos olhos, destoando do restante.

Tecnicamente, o filme é muito bom. Fotografia e figurino são elementos que merecem menção, nos levando para longe dos palcos e clipes onde Sandy e Junior estavam costumados a atuar. Aliás, a atuação de Sandy é uma boa surpresa, mesmo com alguns deslizes. Infelizmente, o mesmo não pode-se dizer de seu irmão na tela. Kim, personagem de D.L. Junior (como assina nos créditos) soa forçado na maior parte do tempo. Sarah, interpretada por Sandy (agora Leah) e Guili, que ganha vida pelo pequeno Igor Rudolf, seguram a maior parte do longa. Enquanto ela tem maior expressão nas cenas dramáticas, ele é responsável pela comédia, auxiliado por um cachorrinho bem treinado e por sua interação, principalmente, com Gaspar (Emílio Orciollo Neto). Num geral, as atuações são bastante razoáveis e os deslizes não chegam a interferir no andamento.

Num trabalho desse tipo, é preocupante a ideia de que uma boa história possa ser estragada por cenas onde toda a ação pára para que os protagonistas cantem uma música, mas a boa nova é que a música existe sim, mas ela é inserida de modo orgânico à narrativa, o que é um ponto positivo do roteiro. Mas é o roteiro que acaba sendo o empecilho para o desenvolvimento. A introdução se estende por muito tempo, o miolo roda em círculos para que o clímax tenha um desfecho muito corrido. Ainda assim, é corajoso ao criar um mundo totalmente novo, com conceitos, objetos, criaturas e nomes totalmente inventados para que ele seja composto. Além disso, inclui sacadas escondidas para olhos não tão atentos, como uma partitura velha de uma música dos Bales, que com o "e" e o "t" que o tempo rasgou do papel, nos remete a "Blackbird" dos Beatles.

A trilha sonora, além das pequenas e rápidas incursões no repertório de Sandy e Junior e de contar com uma música da banda Shaman para a abertura, é bem coerente durante todo o filme, apesar de que muitos momentos foram deixados mais leves, provavelmente por se tratar de um filme popular para a família, e que ficariam muito mais interessantes com uma trilha mais seca e pesada. Todos esses elementos nos ajudam a crer que a Sarah é uma mulher misteriosa, guerreira e sensual. Só lembramos que ela é a Sandy na cena em que toma banho nua. É uma cena muito bonita, sutil, sem nudez explícita e nem um pouco vulgar, mas ainda assim, é uma cena de banho com a Sandy ali, nua e se insinuando. AcQuária é cheio de momentos desse tipo, sutis e delicados, bem dirigidos por Flávia Moraes, em seu primeiro longa.

Por não parecer brasileiro, o filme é inevitavelmente comparado com os primos de ficção científica norte-americanos, e nessa comparação, a aventura verde e amarela perde, até mesmo em orçamento, alto para o padrão nacional. Mas se levarmos em conta que era um filme que tinha tudo pra dar errrado (cantores protagonistas, Globo Filmes trazendo o risco de uma novela na telona, diretora estreante, efeitos visuais complexos para serem feitos sem precedentes no país), AcQuária se saiu muito bem. Não é um filme para crianças e nem somente para fãs. Bom entretenimento para a família e, porque não, um passo importante para o cinema nacional, já que não temos muitos representantes para o gênero por aqui.


23 de julho de 2012

A Era do Gelo 4 (2012)

(Ice Age 4) Estados Unidos, 2012
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Sempre em busca de sua cobiçada noz, o esquilo Scrat provoca, sem querer, a separação dos continentes. A situação provoca mudanças no terreno de vários locais, entre eles onde os amigos Manny (Ray Romano/Diego Vilela), Diego (Denis Leary/Márcio Garcia) e Siid (John Leguizamo/Tadeu Mello) estão alojados. Um terremoto faz com que o trio fique preso em um iceberg, enquanto que Ellie (Queen Latifah/Carla Pompílio) e a pequena Amora (Keke Palmer/Bruna Laynes) permanecem no continente. Em alto mar, Manny promete que irá encontrá-las a qualquer custo, mas para tanto precisará enfrentar perigosos piratas e o canto das sereias.
Fonte: AdoroCinema



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